Réus por incêndio na boate Kiss vão a júri popular nesta quarta-feira (1º)

O tribunal do júri vai decidir o destino dos denunciados pelo Ministério Público

 

A noite de 27 de janeiro de 2013, em uma boate na rua dos Andradas em Santa Maria, com a festa chamada “Agromerados”, parecia apenas mais uma noite de diversão e acabou se tornando uma das maiores tragédias da história recente do Brasil. Passados oito anos desde o trágico incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, que vitimou 242 pessoas, dois santanenses: Pedro Falcão Pinheiro e Dionatha Kamphorst e deixou 680 feridos.

O caso comoveu o país inteiro e foi usado para a criação da Lei Kiss, ainda em 2013, que previa normas de segurança e prevenção contra incêndios no RS. Faltando pouco menos de dois meses para a tragédia completar nove anos, acontecerá nesta quarta-feira (1º), o júri popular do caso no Foro Central de Porto Alegre. O tribunal do júri vai decidir o destino dos denunciados pelo Ministério Público: os dois sócios da boate, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, e o músico Marcelo de Jesus dos Santos e o produtor cultural Luciano Bonilha, da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no local na noite da tragédia.

 

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