SEGURANÇA PÚBLICA

Marcha da Polícia Civil acontece no próximo dia 3 de outubro

Durante a Assembleia Geral, serão discutidos os próximos passos da mobilização dos (as) Policiais Civis pelo atendimento da pauta da categoria por parte do governo do estado

Foto: Divulgação/Ugeirm Livramento

Em reunião virtual, o Conselho de Representantes da UGEIRM deliberou pela realização, no dia 3 de outubro, de uma Assembleia Geral da categoria seguida de uma Marcha da Polícia Civil. O presidente do Sindicato que representa a categoria esteve em Sant´Ana do Livramento na última quarta-feira para conversar com os policiais que atuam na cidade e que deverão participar da marcha marcada para acontecer no próximo domingo na capital do Estado.

Assembleia Geral deliberará sobre a deflagração de uma Operação Padrão

Durante a Assembleia Geral, serão discutidos os próximos passos da mobilização dos (as) Policiais Civis pelo atendimento da pauta da categoria por parte do governo do estado. Entre as propostas que estarão em discussão, está a realização de uma Operação Padrão, como forma de pressionar o governo e demonstrar à população a real situação da Polícia Civil.

Os termos dessa Operação Padrão e a convocação da categoria para a realização da Assembleia Geral e da Marcha da Polícia Civil, serão debatidos com a categoria em reuniões de base nas várias regiões do estado e nas Delegacias da Capital e da Região Metropolitana. No encontros, a categoria poderá se manifestar sobre outras propostas de mobilização, que serão encaminhadas para deliberação na Assembleia Geral.

Marcha mostrará para a população a situação real da Polícia Civil e cobrará valorização por parte do Governo

Após a realização da Assembleia Geral, que acontecerá em frente ao Palácio da Polícia em Porto Alegre, a categoria seguirá em Marcha até a Praça da Matriz, onde fica o Palácio Piratini e a Assembleia Legislativa. Durante a caminhada, os (as) Policiais Civis mostrarão para a população, a difícil situação vivida pela categoria. É fundamental que a sociedade saiba que os profissionais que têm conseguido reduzir a violência no estado e trazido segurança ao povo gaúcho, convivem diariamente com péssimas condições de trabalho, excesso de trabalho, déficit de pessoal, salários congelados e falta de promoções na carreira. Essa situação tem levado a categoria ao adoecimento, com servidores pedindo afastamento para cuidar da sua saúde.

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