
Foram longos onze anos sem produção. Um gasto estimado com terceiros em mais de R$2 milhões e meio de reais até a sua recuperação, por ora parcial, mas que em breve terá capacidade de funcionar com 100% da sua capacidade gerando mais do que oxigênio, vida e redução de custos para a Santa Casa. Essa pode ser uma das traduções e significados compreendidos depois do anúncio feito na manhã desta quinta-feira pela Prefeita Ana Tarouco, durante coletiva de imprensa na Santa Casa de Misericórdia.
Ana fez questão de reunir a imprensa para relatar que a usina de oxigênio da Santa Casa voltou a operar depois que foram gastos cerca de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) para sua recuperação. Além disso, a Prefeita ainda conformou que outros R$ 10.000,00 (dez mil reais) serão gastos mensalmente com a manutenção do equipamento. Atualmente, a usina já produz 40% do oxigênio consumido pelo hospital mas, com a chegada de uma nova peça, importada, e que está sendo fabricada, a capacidade deverá atingir a marca de 70% de produção. “Esse é um passo importante. Fazemos questão de trazer dados com a mais absoluta transparência e deixar claro para a comunidade que, mesmo diante de uma grande crise, seguimos trabalhando para garantir as condições de equilíbrio necessárias para o pleno funcionamento do hospital”, disse ela.
Tarouco salientou ainda, que após o fim da pandemia, a Santa Casa de Misericórdia terá condições de produzir 100% do oxigênio consumido atingindo assim sua auto suficiência. Questionada sobre o fornecimento do insumo para outros complexos hospitalares instalados na cidade, Ana Tarouco disse que a meta é conveniar com a Prefeitura e que esta hipótese pode sim ser levada a efeito no futuro desde que sejam criadas condições favoráveis para tal. Ainda no final da coletiva, a Prefeita anunciou o início do pagamento das multas rescisórias dos cerca de 90 trabalhadores que foram demitidos recentemente do hospital.
Ao ser questionada sobre o pagamento apenas dos recém demitidos e não dos mais antigos, Ana Tarouco disse que os casos anteriores estão anexos a outra conjuntura e que os trabalhadores já estariam acostumados com a ausência do pagamento, não que não esteja entre as metas ao atual governo também estender recursos, quando possível, a estes.





