Menos de 40% dos veículos do RS utilizam a placa do padrão Mercosul.
Item é exigido somente nos casos em que é necessária a fabricação de uma nova placa ou troca da tarjeta
Instituído no país em dezembro de 2018, o modelo de placas de carro do padrão Mercosul não engrenou e ainda é minoria nos veículos que trafegam pelas ruas e estradas do Rio Grande do Sul. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito do RS (Detran-RS), a frota gaúcha total registrada é de 7.472.618 de veículos. Desses, 2.920.409 (39,1%) já utilizam a nova placa, apenas cerca de 500 mil a mais do que em fevereiro de 2022, quando esta fatia representava 33% dos carros.
Desde que a Resolução 780 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou a mudança, o processo passou por uma série de adiamentos e batalhas judiciais devido à polêmicas em torno de uma temida falta de controle contra fraudes e clonagens, além da falta de informações que o item anterior continha, como a cidade e o estado de origem de cada veículo. No entanto, na prática, a placa padrão Mercosul é exigida somente nos casos em que é necessária a fabricação de uma nova ou troca da tarjeta.
Conforme dados do Detran-RS, esse modelo de placa é utilizado no primeiro emplacamento de veículos novos, veículos em processo de transferência de estado e/ou município e veículos em mudança de categoria (troca de cor da placa). Há, ainda, situações da necessidade em substituir placas em decorrência de furto, extravio, roubo ou dano, ou quando houver a necessidade de instalação da segunda placa traseira. Os demais veículos não têm data-limite para adaptação e poderão circular com as placas atuais (placa cinza) normalmente.






