MONKEYPOX

Sant’Ana do Livramento já teve seis casos suspeitos de varíola dos macacos

De acordo com Secretaria de Saúde do município, nenhum dos casos foi confirmado

Em todo o Estado do Rio Grande do Sul, já foram confirmados 176 casos de monkeypox até o último mês (Foto: Reprodução/ EBC)

Até o último mês, Sant’Ana do Livramento já registrou seis casos suspeitos de varíola dos macacos. Segundo informações da Secretaria de Saúde, nenhum desses casos se confirmaram, mas o município alerta para todos os cuidados de prevenção.

De acordo com a Coordenadora da Vigilância em Saúde, Elisângela Furtado, a cidade conta com mecanismos para controlar a doença. “Nós já criamos um plano, uma nota técnica de como agir contra a varíola dos macacos. Todas as Unidades de Saúde receberam treinamento de como agir”, explica Elisângela.

Além disso, ela reforça que o procedimento a se fazer, caso surjam sintomas, é ir à UBS mais próxima para fazer os exames. “O exame vai via Laboratório de Fronteira e é feita toda a devida análise”, conclui. No Estado do Rio Grande do Sul, até o mês passado, foram confirmados um total de 176 casos.

 

Sintomas da varíola dos macacos

A varíola dos macacos é conhecida pelas erupções cutâneas, que são espécies de machucados na pele. No entanto, ela conta também com outros sintomas.

Segundo o Ministério da Saúde do Governo Federal, eles são:

-Lesões na pele;

-Língua inchada;

-Febre;

-Dores no corpo;

-Dor de cabeça;

-Calafrio;

-Fraqueza.

 

O que é a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos, conhecida como monkeypox, é oriunda da África Central e Ocidental. A doença ficou conhecida dessa maneira depois que o vírus foi detectado em macacos de laboratório em 1958. A primeira vez que a doença surgiu em uma pessoa foi em 1970, quando uma criança na República Democrática do Congo apareceu com os principais sintomas.

Embora mais casos tenham aumentado em todo o mundo nos últimos dias, a taxa de mortalidade para a varíola é baixa. De acordo com o Instituto Butantan, as chances de óbito, para a variante da África Ocidental, são de 1%, enquanto para a variante da Bacia do Congo chega a 10%. O Ministério da Saúde do Governo Federal reforça que, em caso de suspeita, é importante a busca por uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

 

Texto: Anthony Teixeira

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