
A delegada titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, Giovana Muller, falou nesta manhã sobre a a operação que culminou com a prisão de dois grandes abigeatários foram presos em flagrante. “Ontem foi um grande dia para as forças de segurança coma prisão de dois abigeatários sendo um pela Brigada Militar e um pela Polícia Civil, que inclusive já havia sido preso a um tempo atrás pela Civil também. Esses dois abigeatários atuam na região do Itaquatiá”, frisou a Delegada.
Giovana Muller, disse que a prisão do homem que foi feita pela polícia Civil se refere a um indivíduo que é muito conhecido naquela região. “Ele, além de ser preso por receptação, também foi preso por maus tratos, já que a equipe também constatou que eles mataram uma égua de forma cruel e ela teria sido usada para camperear os animais que haviam sido furtados anteriormente. Então foi uma importante prisão, além de outros dois indivíduos que também estão envolvidos na parte do abigeato e nas receptações foram conduzidos à delegacia e irão responder também por maus tratos. Houve sim a prisão de um dos maiores abigeatários da região do Itaquatiá pela Policia Civil e pela Brigada Militar do outro. Então são ações excelentes no dia de ontem contra essa prática criminosa”, explicou
Giovana Muller frisou que os dois indivíduos foram autuados em flagrante por receptação e, neste caso, não é arbitrada fiança. Assim, ambos foram encaminhados para a Penitenciária Estadual de Sant´Ana do Livramento. Ao falar sobre a prática do abigeato na região e a pronta resposta, a delegada disse que a Patrulha Rural da Brigada a Militar e a Polícia Civil trabalham em conjunto trocando informações.
“A região do Itaquatiá é uma localidade onde nós frequentemente cumprimos mandados. Estamos trabalhando solicitando prisões que nem sempre são deferidas e cabe ao judiciário analisar e quando se consegue provas de elementos indicando a prática do crime naquele momento nós autuamos em flagrante. Em razão da fronteira, a dificuldade desse trânsito e nem sempre se conseguir ir atrás desses animais, este caso aqui esses animais não foram recuperados ainda, no caso da polícia civil, temos esse animal que foi morto e que foi reconhecido pela vítima como sendo o animal que havia sido subtraído juntamente com outros que já haviam sido furtados”, esclareceu.





